- Página complementar do Jornal Online O PALHETAS NA FOZ - Figueira da Foz - Portugal - Europa -
20.4.11
11.4.11
Fernando Arrabal - Obra admirada por gerações
Fernando Arrabal nasceu em 1932 em Espanha e notabilizou-se como dramaturgo, guionista, cineasta, escritor e poeta. Vive em França desde meados da década de 50.
Publicou mais de cem peças, catorze novelas, várias centenas de livros de poesia e sete longas-metragens. Fundou em 1963 o Grupo Pãnico (do deus Pã) e com André Breton esteve no movimento surrealista.
Provocador, artista intimorato, Arrabal é considerado mundialmente como um dos mais notáveis e prolíficos criadores do século XX. A sua obra tem sido admirada por várias gerações e em muitos países como uma interrogação profunda à condição humana.
Programa:
Dia 23 de Abril
17h00 – Inauguração de uma exposição alusiva à obra do artista na Sala Afonso Cruz do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE). Patente até dia 1 de Maio.
18h00 – Palestra sobre a obra de Fernando Arrabal por Juan Carlos Valera e Miguel de Carvalho seguido de debate com o artista no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE).
Dia 24 de Abril
21h30 – Sessão de poesia e teatro com textos de Fernando Arrabal no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE). Coordenação: Deolindo Pessoa; Actores do CITEC e da BONIFRATES: Paula Pena, Paula Santos, Joana Macias, Carlos Cunha, Cândida Ferreira, Francisco Paz.
Dia 25 de Abril
17h30 – Peça de Teatro “A Coisa”, pela Companhia Mãos no Bolso Alheio, no Auditório Municipal
21h30 – Exibição do filme “Viva la Muerte”, com debate na presença do realizador no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE).
Ao longo da semana vai sendo exibida filmografia do artista.

Publicou mais de cem peças, catorze novelas, várias centenas de livros de poesia e sete longas-metragens. Fundou em 1963 o Grupo Pãnico (do deus Pã) e com André Breton esteve no movimento surrealista.
Provocador, artista intimorato, Arrabal é considerado mundialmente como um dos mais notáveis e prolíficos criadores do século XX. A sua obra tem sido admirada por várias gerações e em muitos países como uma interrogação profunda à condição humana.
Programa:
Dia 23 de Abril
17h00 – Inauguração de uma exposição alusiva à obra do artista na Sala Afonso Cruz do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE). Patente até dia 1 de Maio.
18h00 – Palestra sobre a obra de Fernando Arrabal por Juan Carlos Valera e Miguel de Carvalho seguido de debate com o artista no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE).
Dia 24 de Abril
21h30 – Sessão de poesia e teatro com textos de Fernando Arrabal no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE). Coordenação: Deolindo Pessoa; Actores do CITEC e da BONIFRATES: Paula Pena, Paula Santos, Joana Macias, Carlos Cunha, Cândida Ferreira, Francisco Paz.
Dia 25 de Abril
17h30 – Peça de Teatro “A Coisa”, pela Companhia Mãos no Bolso Alheio, no Auditório Municipal
21h30 – Exibição do filme “Viva la Muerte”, com debate na presença do realizador no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE).
Ao longo da semana vai sendo exibida filmografia do artista.
4.4.11
Afonso Cruz na Afonso Cruz...
O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz informa que estará patente na Sala Afonso Cruz, até 17 de Abril, a exposição “Afonso Cruz – Um Fotógrafo na Figueira”, organizada pelo Arquivo Fotográfico Municipal da Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Um século após o
seu nascimento, o Arquivo Fotográfico Municipal da Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz lembra o fotógrafo Afonso Cruz, nesta exposição “Afonso Cruz – Um Fotógrafo na Figueira”.
Afonso Cruz iniciou-se na Casa Joaquim Pereira Monteiro em 1925. Entre 1930-32 integra a Força Aérea. São dessa época as primeiras fotografias aéreas da Figueira da Foz, tiradas do avião pilotado pelo seu irmão, oficial aviador, Humberto Cruz. Entre 1935-42 trabalha na Foto Verus. Em 1942 é mobilizado para os Açores como chefe de Secção Fotográfica. Em 1944 regressa à Figueira da Foz e cria o Studio Fotográfico Cruz, trabalhando durante mais de quatro décadas.
Desapareceu em 1995 perdurando algumas das suas fotografias que se tornaram “ex-líbris” da cidade.
Um século após o
seu nascimento, o Arquivo Fotográfico Municipal da Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz lembra o fotógrafo Afonso Cruz, nesta exposição “Afonso Cruz – Um Fotógrafo na Figueira”.Afonso Cruz iniciou-se na Casa Joaquim Pereira Monteiro em 1925. Entre 1930-32 integra a Força Aérea. São dessa época as primeiras fotografias aéreas da Figueira da Foz, tiradas do avião pilotado pelo seu irmão, oficial aviador, Humberto Cruz. Entre 1935-42 trabalha na Foto Verus. Em 1942 é mobilizado para os Açores como chefe de Secção Fotográfica. Em 1944 regressa à Figueira da Foz e cria o Studio Fotográfico Cruz, trabalhando durante mais de quatro décadas.
Desapareceu em 1995 perdurando algumas das suas fotografias que se tornaram “ex-líbris” da cidade.
Magenta = Coletiva de Primavera

No passado sábado, dia 2 de Abril, a Associação MAGENTA inaugurou a Exposição Coletiva de Primavera, participada com trabalhos 21 artistas :
Carlos Seabra, Deolinda Agria, Deolinda Moutinho, Dina de Sousa, Dulce Menezes, Emília Rosa, Fernanda Figueiredo, Gervásio Luís, Guilherme Agria, José Bexiga, José Couceiro, José del Castillo, Kim Molinero, Maria Laranjeira, Maria Olinda, Quimadeira, Ramiro Calouro, Rui Carvalho e Sofia Neto com pinturas; Mário Nunes com esculturas; e Sérgio Amaral com cerâmica.
Esta exposição poderá ser visitada até 29 de abril.
Carlos Seabra, Deolinda Agria, Deolinda Moutinho, Dina de Sousa, Dulce Menezes, Emília Rosa, Fernanda Figueiredo, Gervásio Luís, Guilherme Agria, José Bexiga, José Couceiro, José del Castillo, Kim Molinero, Maria Laranjeira, Maria Olinda, Quimadeira, Ramiro Calouro, Rui Carvalho e Sofia Neto com pinturas; Mário Nunes com esculturas; e Sérgio Amaral com cerâmica.
Esta exposição poderá ser visitada até 29 de abril.
31.3.11
Paulo Diogo = Em 2 dias expõe em três locais distintos
Paulo Diogo inaugura três exposições nos dois primeiros dias de Abril. Figueira da Foz, Coimbra e Mira receberão obras do prolífero professor e artista plástico. Assim, Paulo Diogo vai expor no Tubo d'Ensaio na Figueira da Foz durante todo o mês de abril. Também neste dia 01 de abril expõe no 'stand' da AAAGP na FIARTE, em Coimbra.
E no dia 2 de abril vai inaugurar uma terceira exposição na Biblioteca Municipal de Mira.
Um interessante périplo!
E no dia 2 de abril vai inaugurar uma terceira exposição na Biblioteca Municipal de Mira.
Um interessante périplo!
26.3.11
Puzzle no CAE = Onde cada tela é pintada por nove!...
Em 2011 completam-se 35 anos do nascimento de um dos grupos de intervenção artística mais importantes da 2ª metade do século XX português, o grupo PUZZLE.
Formado no Porto, em Dezembro de 1975, o Puzzle foi constituído por 10 artistas que acabaram por conquistar um papel de destaque no actual panorama artístico português: Armando Azevedo, Albuquerque Mendes, Carlos Carreiro, Dario Alves, Graça Morais, Jaime Silva, João Dixo, Pedro Rocha, Gerardo Burmester e Fernando Pinto-Coelho.
O PUZZLE m
arcou o panorama cultural portuense e nacional nos anos 70 não só com o vanguardismo da sua performance e intervenção cultural mas também, através da criação de "puzzles", telas divididas em 9 partes que trabalhavam artisticamente imagens-ícone da identidade regional e nacional.
Uma tela pintada por 9 artistas plásticos... é obra. Ou melhor, são obras!
E foi hoje mesmo inaugurada a exposição "GRUPO PUZZLE (1976-1981): Pintura Colectiva = Pintura Individual" no Centro de Artes e Espectáculos.
Formado no Porto, em Dezembro de 1975, o Puzzle foi constituído por 10 artistas que acabaram por conquistar um papel de destaque no actual panorama artístico português: Armando Azevedo, Albuquerque Mendes, Carlos Carreiro, Dario Alves, Graça Morais, Jaime Silva, João Dixo, Pedro Rocha, Gerardo Burmester e Fernando Pinto-Coelho.
O PUZZLE m
Uma tela pintada por 9 artistas plásticos... é obra. Ou melhor, são obras!
E foi hoje mesmo inaugurada a exposição "GRUPO PUZZLE (1976-1981): Pintura Colectiva = Pintura Individual" no Centro de Artes e Espectáculos.
16.3.11
Magenta = Mais 'uma' no CAE

Na sequência da colaboração da Magenta com o Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, foi inaugurada mais uma exposição com os seguintes artistas: Adelaide Seixas, Armando Pedro, Deolinda Agria, Deolinda Moutinho, Dina de Sousa, Dulce Menezes, Emília Rosa, Fernanda Figueiredo, Filinto Viana, Gervásio Luís, Guilherme Agria, Isa Pereira, José Couceiro, José Neto, Kim Molinero, Lucy Costa, Luisete Baptista, Maria Olinda Pinto, Mário Silva, Paulo Diogo, Ramiro Calouro e Sofia Neto. A exposição pode ser visitada até dia 2 de Abril de 2011.
14.3.11
DIA DO PAI assinalado na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz

No próximo sábado dia 19 de Março, o DIA DO PAI é comemorado na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz com duas iniciativas culturais direccionadas à comunidade:
Pelas 15H00, na Sala Infanto-Juvenil, realiza-se o atelier 'Eram muitas vezes' para pais e filhos. Orientado pela ilustradora Margarida Rodrigues (MAR), parte das suas ilustrações de contos infantis, em exposição na Biblioteca Municipal de 9 a 19 de Março, e visa promover o espírito crítico perante a obra de arte,
bem como a sensibilidade à forma, cor e conteúdo.
Direccionado para pais e filhos dos 7 aos 12 anos de idade, este atelier fomenta o envolvimento parental e a participação em actividades com os seus filhos.
A participação é gratuita com inscrição até 18 de Março, num total mínimo de 10 e máximo de 20 participantes.
Por sua vez, e no Auditório Municipal pelas 15h30, terá lugar o lançamento do livro de Lurdes Breda “Rap do mar e outros contos de rimar”, que contará com a participação de alunos do 3º ano de escolaridade do 1º Jardim Escola João de Deus da Figueira da Foz e outros convidados.
Pelas 15H00, na Sala Infanto-Juvenil, realiza-se o atelier 'Eram muitas vezes' para pais e filhos. Orientado pela ilustradora Margarida Rodrigues (MAR), parte das suas ilustrações de contos infantis, em exposição na Biblioteca Municipal de 9 a 19 de Março, e visa promover o espírito crítico perante a obra de arte,
bem como a sensibilidade à forma, cor e conteúdo.Direccionado para pais e filhos dos 7 aos 12 anos de idade, este atelier fomenta o envolvimento parental e a participação em actividades com os seus filhos.
A participação é gratuita com inscrição até 18 de Março, num total mínimo de 10 e máximo de 20 participantes.
Por sua vez, e no Auditório Municipal pelas 15h30, terá lugar o lançamento do livro de Lurdes Breda “Rap do mar e outros contos de rimar”, que contará com a participação de alunos do 3º ano de escolaridade do 1º Jardim Escola João de Deus da Figueira da Foz e outros convidados.
(Clicar nos módulos para melhor os visualizar)
9.3.11
AAAGP decora Salutaris
7.3.11
Montemor-O-Velho expõe artistas da Magenta
Foi inaugurada mais uma exposição colectiva da Magenta na Galeria Municipal de Montemor-O-Velho, com mais de
50 quadros dos seguintes artistas: Adelaide Seixas, Anabela Serra, Armando Pedro, Dulce Menezes, Emília Rosa, Fernanda Figueiredo, Filinto Viana, Gervásio Luís, José Bexiga, José Couceiro, José Neto, Kim Molinero, Lucy Costa, Luisete Baptista, Manuela Fernandes, Paulo Diogo, Ramiro Calouro, Rui Carvalho, Sofia Neto e Xavier Vaz.
Nesta inauguração marcaram presença os vereadores locais Abel da Silva Oliveira Girão e Alexandra Margarida Góis Ferreira e os pintores Ramiro Calouro e Fernando Cruz Santos por parte da Magenta.
A exposição pode ser visitada todos os dias úteis das 14h00 às 17h30. Entrada livre.
50 quadros dos seguintes artistas: Adelaide Seixas, Anabela Serra, Armando Pedro, Dulce Menezes, Emília Rosa, Fernanda Figueiredo, Filinto Viana, Gervásio Luís, José Bexiga, José Couceiro, José Neto, Kim Molinero, Lucy Costa, Luisete Baptista, Manuela Fernandes, Paulo Diogo, Ramiro Calouro, Rui Carvalho, Sofia Neto e Xavier Vaz.Nesta inauguração marcaram presença os vereadores locais Abel da Silva Oliveira Girão e Alexandra Margarida Góis Ferreira e os pintores Ramiro Calouro e Fernando Cruz Santos por parte da Magenta.
A exposição pode ser visitada todos os dias úteis das 14h00 às 17h30. Entrada livre.
4.3.11
Sue-Elie Andrade-Dé

Está patente na Sala Afonso Cruz do Centro de Artes e Espectáculos, de 3 a 27 de Março, a exposição “Monólogo Mudo” de Sue-Elie Andrade-Dé, artista franco-portuguesa que apresenta uma série de fotografias que revela objectos e espaços que fizeram já parte da sua vida.
Os objectos isolados revelam-se timidamente numa atmosfera silenciosa que é pontuada pela aparição de uma personagem discreta. As paisagens desérticas dão a sensação hermética de uma ausência de passagem. Os objectos tentam revelar um estado de alma e parecem vestir o papel de vocábulos, veículos de uma linguagem que somente se entende pelo olhar.
Os objectos isolados revelam-se timidamente numa atmosfera silenciosa que é pontuada pela aparição de uma personagem discreta. As paisagens desérticas dão a sensação hermética de uma ausência de passagem. Os objectos tentam revelar um estado de alma e parecem vestir o papel de vocábulos, veículos de uma linguagem que somente se entende pelo olhar.
1.3.11
AAAGP = Do CAE até ao Museu da República

A Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa inaugurou hoje, dia 01 de março, uma exposição no Museu da República e da Resistência, em Lisboa, baseada na mulher e no Dia Internacional da Mulher que se assinala dia 08.
Com o mesmo tema continua até 13 de março uma exposição no CAE da Figueira da Foz.
Com o mesmo tema continua até 13 de março uma exposição no CAE da Figueira da Foz.
19.2.11
Paulo Diogo = Nova exposição na Magenta
16.2.11
AAAGP assinala Dia Internacional da Mulher no CAE
A AAAGP - Associação de Amizade e das Artes Galego Portuguesa inaugurou uma exposição na Sala Zé Penicheiro, no CAE, baseada no Dia Internacional da Mulher que se assinala a 8 de Março.
Tem expostos trabalhos de uma beleza rara e de muito boa qualidade devido à diversidade de artistas que constituem esta associação.E como curiosidade: expõem pela primeira vez os artistas plásticos Alexandre Esmeriz da Figueira da Foz, Jorge Rebelo de Fernão Ferro - Seixal e José João Dutra de Angra do Heroísmo – Açores, e ainda os sócios Dé Garcia, Mafalda D`Eça, Regina Affonso, Paula Strombants, Marianne Velzeboer, Lídia Carrola, Fernando Carlos Lopes, Ana Pedro e Ankie Iedema.
Para além dos debutantes, estão ainda patentes nesta exposição trabalhos de Maria Esmeriz, Mimi Veríssimo, Fernanda Figueiredo, Helena Roso, Almerinda Santos, Isa Nunes, Mizé, Ana Garcia, Fernanda Valente, Aurora Bargado, Ismael Silva, Jorge Oliveira, Alice Piloto, Paulo Diogo, João Viola, Luis Rebelo e Victor Costa.
De salientar as esculturas de autoria de Virgínia Pinto e de Mário Nunes e a Cerâmica de Mena Braz.
Esta exposição estará patente até ao dia 13 de Março no horário do CAE.
Tem expostos trabalhos de uma beleza rara e de muito boa qualidade devido à diversidade de artistas que constituem esta associação.E como curiosidade: expõem pela primeira vez os artistas plásticos Alexandre Esmeriz da Figueira da Foz, Jorge Rebelo de Fernão Ferro - Seixal e José João Dutra de Angra do Heroísmo – Açores, e ainda os sócios Dé Garcia, Mafalda D`Eça, Regina Affonso, Paula Strombants, Marianne Velzeboer, Lídia Carrola, Fernando Carlos Lopes, Ana Pedro e Ankie Iedema.
Para além dos debutantes, estão ainda patentes nesta exposição trabalhos de Maria Esmeriz, Mimi Veríssimo, Fernanda Figueiredo, Helena Roso, Almerinda Santos, Isa Nunes, Mizé, Ana Garcia, Fernanda Valente, Aurora Bargado, Ismael Silva, Jorge Oliveira, Alice Piloto, Paulo Diogo, João Viola, Luis Rebelo e Victor Costa.
De salientar as esculturas de autoria de Virgínia Pinto e de Mário Nunes e a Cerâmica de Mena Braz.
Esta exposição estará patente até ao dia 13 de Março no horário do CAE.
7.2.11
Adelaide Seixas = 'Individual' na Associação Magenta

No passado sábado, dia 05 de Fevereiro, a Magenta inaugurou uma exposição individual de pintura da sua associada Adelaide Seixas. Na galeria encontram-se também peças de escultura do Mário Nunes e cerâmica de Sérgio Amaral.
Esta exposição estará patente ao público até dia 18 de Fevereiro na galeria da Associação Magenta, situada no piso inferior da Esplanada "Silva Guimarães".
Esta exposição estará patente ao público até dia 18 de Fevereiro na galeria da Associação Magenta, situada no piso inferior da Esplanada "Silva Guimarães".
6.2.11
Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa comemorou 1º aniversário
A Associação de Amizade e das Artes Galego Portuguesa comemorou o seu 1º aniversário com um almoço realizado no restaurante da piscina da Figueira, onde estiveram presentes cerca de oitenta pessoas, entre sócios, amigos e familiares.
Vieram sócios de N
orte a Sul do país, tendo comparecido de surpresa o nosso sócio - e restaurador de Arte como profissão - Jorge Oliveira, radicado em Paris.
A par da Presidente da Direcção Conceição Ruivo e da tesoureira Laura Thomas (ambas sido as responsáveis principais pela fundação desta associação) marcaram também presença o galego Xulio Lopez Villaverde, vice presidente e Presidente da AAAGP na Galiza, e Sousa Varela Presidente da Assembleia Geral. .
De realçar a presença do Presidente do MAC - Movimento Artístico de Coimbra, o médico Dr. Mamede Albuquerque. Também a Assembleia Figueirense, o Presidente da Junta de S. Julião coronel Góis Moço e a Associação das Colectividades se fizeram representar, entre outras entidades.
O ano que passou, recheado de êxitos e iniciativas de mérito, poderá ser lido na ‘Revista de Arte’, lançada da parte da tarde deste dia 2 de fevereiro no Auditório do Museu Municipal.
Vieram sócios de N
A par da Presidente da Direcção Conceição Ruivo e da tesoureira Laura Thomas (ambas sido as responsáveis principais pela fundação desta associação) marcaram também presença o galego Xulio Lopez Villaverde, vice presidente e Presidente da AAAGP na Galiza, e Sousa Varela Presidente da Assembleia Geral. .
De realçar a presença do Presidente do MAC - Movimento Artístico de Coimbra, o médico Dr. Mamede Albuquerque. Também a Assembleia Figueirense, o Presidente da Junta de S. Julião coronel Góis Moço e a Associação das Colectividades se fizeram representar, entre outras entidades.
O ano que passou, recheado de êxitos e iniciativas de mérito, poderá ser lido na ‘Revista de Arte’, lançada da parte da tarde deste dia 2 de fevereiro no Auditório do Museu Municipal.
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4.2.11
Eduardo Martins com fotografias no CAE

Está patente, na Sala Afonso Cruz do Centro de Artes da Figueira da Foz, de 3 a 27 de Fevereiro, a exposição “Fragmentos da Memória”.
Eduardo Martins, autor desta exposição fotográfica, nasceu no Barreiro há 57 anos. Desde muito cedo se embrenhou na força das imagens elegendo a fotografia como a linguagem mais perfeita para “creditar situações, mostrar fragmentos em texturas, ver a realidade e bem assim o que a transcende”.
A sua fotografia remete-nos para recortes do Barreiro, a sua terra, de Lisboa, da Figueira da Foz, da Madeira, dos Açores, entre outros locais.
Eduardo Martins, autor desta exposição fotográfica, nasceu no Barreiro há 57 anos. Desde muito cedo se embrenhou na força das imagens elegendo a fotografia como a linguagem mais perfeita para “creditar situações, mostrar fragmentos em texturas, ver a realidade e bem assim o que a transcende”.
A sua fotografia remete-nos para recortes do Barreiro, a sua terra, de Lisboa, da Figueira da Foz, da Madeira, dos Açores, entre outros locais.
28.1.11
C.A.E. = Os mitos de Joaquim Filipe
Joaquim Filipe nasceu em 1958, em Ílhavo. Com uma actividade que tem passado pelo De
sign Gráfico, Design de Equipamento, pela Pintura e Ensino, tem realizado várias exposições individuais e colectivas.
Expõe agora no Centro de Artes e Espetáculos. O tema desta exposição é sobre os Mitos de EUROPA e PANDORA.
"Em verdade, o meu percurso na Arte começou desde tenra idade nas Janelas Verdes e nos cais da Rocha (Lisboa) com o meu tio avô. Depois era todo o desenrolar desses passeios com os barcos á mistura, nos desenhos que fazia nos tampos das mesas do café da minha tia lá em Ílhavo. Devia ter uns quatro anitos e já os capitães da marinha mercante eram os meus primeiros espectadores e avaliadores. Mas, muito mais que a credibilidade que os pequenos desenhos lhes poderiam causar, era o incentivo q
ue me davam a continuar. Um dia apareceu lá no café um senhor que me mostrou outros tipos de representação, disseram-me mais tarde que era professor de Desenho e de facto foi também meu.
Uns anos depois encontrei-me de novo em Lisboa para estudar Design. A visita aos antigos sítios e claro, os novos conhecimentos, continuaram a motivar-me para os Desenhos e Pinturas. Eram já as participações nas bienais de Artes plásticas no país e estrangeiro. Em fim, as minhas obras são sempre uma evocação terna desses mapas das emoções e dos afectos.
As escalas imaginárias, os percursos, os limites e as paisagens que servem de músculos às personagens, tentam medir e colocar essas paixões". Joaquim Filipe – 2011
Expõe agora no Centro de Artes e Espetáculos. O tema desta exposição é sobre os Mitos de EUROPA e PANDORA.
"Em verdade, o meu percurso na Arte começou desde tenra idade nas Janelas Verdes e nos cais da Rocha (Lisboa) com o meu tio avô. Depois era todo o desenrolar desses passeios com os barcos á mistura, nos desenhos que fazia nos tampos das mesas do café da minha tia lá em Ílhavo. Devia ter uns quatro anitos e já os capitães da marinha mercante eram os meus primeiros espectadores e avaliadores. Mas, muito mais que a credibilidade que os pequenos desenhos lhes poderiam causar, era o incentivo q
ue me davam a continuar. Um dia apareceu lá no café um senhor que me mostrou outros tipos de representação, disseram-me mais tarde que era professor de Desenho e de facto foi também meu.Uns anos depois encontrei-me de novo em Lisboa para estudar Design. A visita aos antigos sítios e claro, os novos conhecimentos, continuaram a motivar-me para os Desenhos e Pinturas. Eram já as participações nas bienais de Artes plásticas no país e estrangeiro. Em fim, as minhas obras são sempre uma evocação terna desses mapas das emoções e dos afectos.
As escalas imaginárias, os percursos, os limites e as paisagens que servem de músculos às personagens, tentam medir e colocar essas paixões". Joaquim Filipe – 2011
22.1.11
Filinto Viana na Magenta
17.1.11
Isabel Barbas
O Centro de Artes e Espectáculos informa que estará patente na Sala Zé Penicheiro, de 04 a 23 de janeiro, uma exposição de pintura de Isabe
l Barbas.
Isabel Barbas nasceu em 1973, em Angola, vivendo agora na Figueira da Foz, e desde muito cedo gostava de brincar inventando e reciclando. Passava horas no meio dos lápis, das tintas e das formas numa exploração apaixonada que a levaram a um novo mundo de cores e fantasia.
Licencia-se em Ciências Religiosas e em 2005 dedica-se a formações várias na tentativa de encontrar o seu próprio estilo, mas é no meio da distinta cultura de Shangai e de formações de influência oriental que surge um pequeno planeta suspenso num mundo imaginário cheio de personagens que
recebem vida, de uma forma colorida e abrilhantada.
As obras baseiam-se numa mistura intensa de cores e padrões, conseguidos tanto pela pintura como pela colagem de tecidos, cujos sombreados se ajustam ao conteúdo. As casas e todos os elementos parecem mover-se, ondulando e governando a tela como se tivessem vida própria.
Fantasia e surrealismo comunicam para abrir uma porta para outro mundo, onde o observador é convidado a participar e a construir o seu mundo em pensamento.
Isabel Barbas nasceu em 1973, em Angola, vivendo agora na Figueira da Foz, e desde muito cedo gostava de brincar inventando e reciclando. Passava horas no meio dos lápis, das tintas e das formas numa exploração apaixonada que a levaram a um novo mundo de cores e fantasia.
Licencia-se em Ciências Religiosas e em 2005 dedica-se a formações várias na tentativa de encontrar o seu próprio estilo, mas é no meio da distinta cultura de Shangai e de formações de influência oriental que surge um pequeno planeta suspenso num mundo imaginário cheio de personagens que
As obras baseiam-se numa mistura intensa de cores e padrões, conseguidos tanto pela pintura como pela colagem de tecidos, cujos sombreados se ajustam ao conteúdo. As casas e todos os elementos parecem mover-se, ondulando e governando a tela como se tivessem vida própria.
Fantasia e surrealismo comunicam para abrir uma porta para outro mundo, onde o observador é convidado a participar e a construir o seu mundo em pensamento.
11.1.11
10.1.11
Paulo Gaspar Ferreira inaugura três exposições no CAE de uma só vez!
Realizou-se no dia 08 de Janeiro, pelas 17h00, no Centro de Artes e Espectáculos, a inauguração das três exposições de Paulo Gaspar Ferreira integradas na série “Animae”: “Anima Vegetalis”, “Anima Aquatica” e “Anima Sensualis”.
Esta cerimónia contou com as presenças do autor da exposição Paulo Gaspar Ferreira, do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Dr. João Ataíde, e dos Vereadores da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Dra. Isabel Cardoso e Dr. António Tavares, e ainda de Miguel de Carvalho, autor de alguns poemas que acompanham esta exposição, entre outras individualidades e convidados.
Assim, na Sala 2, pode ser visitada a exposição “Anima Vegetalis”, um trabalho que, ao longo de dois anos, foi sendo realizado numa pequena cela monástica do Mosteiro de S. Martinho de Tibães.
Na Sala 3, encontra-se a mostra “Anima Aquatica”. Estas imagens vieram do mar e da sua vontade.
Finalmente, na Sala Afonso Cruz, está patente a exposição “Anima Sensualis”. Gestos de corpos imaginados cerzidos com linha pura...
As exposições “Anima Vegetalis” e “Anima Aquatica” irão estar patentes até ao dia 20 de Fevereiro e “Anima Sensualis” até ao dia 30 de Janeiro.
A entrada é gratuita.
Esta cerimónia contou com as presenças do autor da exposição Paulo Gaspar Ferreira, do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Dr. João Ataíde, e dos Vereadores da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Dra. Isabel Cardoso e Dr. António Tavares, e ainda de Miguel de Carvalho, autor de alguns poemas que acompanham esta exposição, entre outras individualidades e convidados.
Assim, na Sala 2, pode ser visitada a exposição “Anima Vegetalis”, um trabalho que, ao longo de dois anos, foi sendo realizado numa pequena cela monástica do Mosteiro de S. Martinho de Tibães.
Na Sala 3, encontra-se a mostra “Anima Aquatica”. Estas imagens vieram do mar e da sua vontade.
Finalmente, na Sala Afonso Cruz, está patente a exposição “Anima Sensualis”. Gestos de corpos imaginados cerzidos com linha pura...
As exposições “Anima Vegetalis” e “Anima Aquatica” irão estar patentes até ao dia 20 de Fevereiro e “Anima Sensualis” até ao dia 30 de Janeiro.
A entrada é gratuita.
26.12.10
Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa = Dois lugares no pódio de 'Pintura ao Vivo' de Mira
Foi a sete de
Agosto que um Grupo de artistas plásticos de várias zonas do país se deslocaram à Praia de Mira para participaram num encontro de "pintura ao vivo" organizado pela Câmara Municipal de Cantanhede. Os artistas espalharam-se pela acolhedora vila piscatória com o fim de captarem paisagens e cenas reais. Uns optaram por retratar a ria, outros optaram pelo mar e outros ainda pelo pinhal. Daqui resultaram obras de rara beleza que ficaram em exposição no Museu da Praia de Mira. Sujeito a votação do público foi agora dado a conhecer, passados quatro meses, os seus vencedores. Numa cerimónia acolhedora, foram distinguidos os três primeiros prémios:
1º Prémio - Silvia Marieta, residente no Entroncamento e sócia da AAAGP. A sua obra representou uma paisagem sobre a ria.
2º Prémio - Nuno Pedreiro, um já famoso artista residente próximo da localidade. A sua obra representou a arte xávega.
3º Prémio - Mimi Veríssimo, figueirense, também sócia da AAAGP. A sua obra surrealista representou o pinhal.
Com duas sócias a ganharem o primeiro e o terceiro prémio, a AAAGP sente-se orgulhosa e enaltecida. Parabéns aos vencedores.
1º Prémio - Silvia Marieta, residente no Entroncamento e sócia da AAAGP. A sua obra representou uma paisagem sobre a ria.
2º Prémio - Nuno Pedreiro, um já famoso artista residente próximo da localidade. A sua obra representou a arte xávega.
3º Prémio - Mimi Veríssimo, figueirense, também sócia da AAAGP. A sua obra surrealista representou o pinhal.
Com duas sócias a ganharem o primeiro e o terceiro prémio, a AAAGP sente-se orgulhosa e enaltecida. Parabéns aos vencedores.
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