- Página complementar do Jornal Online O PALHETAS NA FOZ - Figueira da Foz - Portugal - Europa -
26.8.11
23.8.11
Carlos Moço e Parracho Alves - A Arte em duplicado
Está patente na Sala Zé Penicheiro do Centro de Artes e
Espectáculos, até 14 de Setembro, uma exposição conjunta de Carlos Moço e Parracho Alves.
Carlos Moço nasceu em Buarcos, em 1956, e reside na Figueira da Foz. Professor, há muito que o seu percurso artístico se encontra intimamente associado às raízes mais profundas dos “ambientes” populares (trabalho, lazer, dor, divertimento). É na cerâmica que tem conseguido explorar esses ambientes, onde o seu trabalho é bastante conhecido, embora só a partir de 1991 se tenha decidido por participar em exposições colectivas.
Parracho Alves, natural de Buarcos, Figueira da Foz, é professor do 3º ciclo e ensino secundário. Começou também a expor regularmente a partir do inicio dos anos 90, contando com variadíssimas exposições, tan
to individuais como colectivas. É na técnica do pastel que se expressa mais fluentemente e tenta recriar nos seus quadros a ambiência e o tipicismo das suas gentes, sobretudo no que diz respeito ao mar e às fainas com ele relacionado.
Carlos Moço e Parracho Alves, professores e amigos, têm exposto em conjunto de há 20 anos a esta parte. Esta é mais uma e que, para além da arte, diverte, entusiasma e ensina!
Carlos Moço nasceu em Buarcos, em 1956, e reside na Figueira da Foz. Professor, há muito que o seu percurso artístico se encontra intimamente associado às raízes mais profundas dos “ambientes” populares (trabalho, lazer, dor, divertimento). É na cerâmica que tem conseguido explorar esses ambientes, onde o seu trabalho é bastante conhecido, embora só a partir de 1991 se tenha decidido por participar em exposições colectivas.
Parracho Alves, natural de Buarcos, Figueira da Foz, é professor do 3º ciclo e ensino secundário. Começou também a expor regularmente a partir do inicio dos anos 90, contando com variadíssimas exposições, tan
Carlos Moço e Parracho Alves, professores e amigos, têm exposto em conjunto de há 20 anos a esta parte. Esta é mais uma e que, para além da arte, diverte, entusiasma e ensina!
22.8.11
Angeles - Artista espanhola pinta primeira tela na Figueira da Foz
Mas para além da praia ou das discotecas, a Angeles dedicou-se àquilo que mais gosta: a pintura! E assim elaborou na nossa cidade a sua primeira tela, a qual poderá ser o embrião de um promissor talento.
15.8.11
Cunha Rocha e Isabel Mora no CAE
Até dia 18 ainda pode apreciar mais uma exposição do conc
eituado artista plástico Cunha Rocha na sala Zé Penicheiro, no CAE, conjuntamente com as bem elaboradas e apreciadas obras de bijutaria de autoria de Isabel Mora.
Nas palavras de Pedro Dias, Professor de História da Arte da Universidade de Coimbra, Cunha Rocha é um artista moderno na verdadeira dimensão do termo, que evolui continuamente, que procura em cada aguarela melhorar relativamente à imediatamente anterior, que sabe colher lições com humildade, mas que não prescindiu nunca de, tranquilamente, seguir o caminho que para si, a dado momento, decidiu traçar.
Isabel Mora começou a criar e manufacturar bijutaria a partir de 2000, sendo os seus trabalhos solicitados essencialmente por estilistas de moda.
Nas palavras de Pedro Dias, Professor de História da Arte da Universidade de Coimbra, Cunha Rocha é um artista moderno na verdadeira dimensão do termo, que evolui continuamente, que procura em cada aguarela melhorar relativamente à imediatamente anterior, que sabe colher lições com humildade, mas que não prescindiu nunca de, tranquilamente, seguir o caminho que para si, a dado momento, decidiu traçar.
Isabel Mora começou a criar e manufacturar bijutaria a partir de 2000, sendo os seus trabalhos solicitados essencialmente por estilistas de moda.
9.8.11
Zé Penicheiro, Mário Silva e Cunha Rocha homenageados no âmbito da Festa das Artes
No sábado, dia 6 de Agosto, foi prestada homenagem aos três pintores mais representativos da Figueira da Foz: Cunha Rocha, Mário Silva e Zé Penicheiro. Esta homenagem foi prestada pelos organizadores da "Festa das Artes": Pedro Saboga do Tubo de Ensaio, Tesha, artista plástica figueirense, Ricardo Carvalho e José Romano, do Real Clube do Arre-Macho, e realizou-se no Restaurante "Búzio", contando com a presença do Dr. João Ataíde, presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz e do coronel Góis Moço, presidente da Junta da Freguesia de S. Julião.
Curiosamente, apesar dos três homenageados terem escolhido a Figueira da Foz para viver e desenvolver as suas reconhecidas pinturas, nenhum deles é natural da nossa cidade. Zé Penicheiro nasceu em Tábua há 90 anos! E Mário Silva (82 anos) e Cunha Rocha (79 anos) em Coimbra.
Para além da degustação de variados pratos, brilhantemente confecionados com diversas espécies de pescado fresco da nossa costa, foram acarinhados com uma prenda simbólica: Um relógio representando o Tempo, uma caixa para relógios representando a Prisão do Tempo, e uma quadra e um poema de Paulo Moreno: "Passos no Compasso... ", alusivo ao Tempo... e à Vida... sem pressa e sem tempo.
Curiosamente, apesar dos três homenageados terem escolhido a Figueira da Foz para viver e desenvolver as suas reconhecidas pinturas, nenhum deles é natural da nossa cidade. Zé Penicheiro nasceu em Tábua há 90 anos! E Mário Silva (82 anos) e Cunha Rocha (79 anos) em Coimbra.
Para além da degustação de variados pratos, brilhantemente confecionados com diversas espécies de pescado fresco da nossa costa, foram acarinhados com uma prenda simbólica: Um relógio representando o Tempo, uma caixa para relógios representando a Prisão do Tempo, e uma quadra e um poema de Paulo Moreno: "Passos no Compasso... ", alusivo ao Tempo... e à Vida... sem pressa e sem tempo.
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Festa das artes = "Do Mar Artes" em Buarcos
Em Buarcos a 12 e 13 de Agosto 2011, entre as 20h00 e as 24h00, no Largo MariaPintura ao vivo com artistas plásticos convidados da Figueira da Foz e da região: Armando Pedro, Carlos Moço, Dulce Menezes, Filinto Viana, Gervásio Luis, Jose Antonio del Castillo, José Neto, Lillite Martins, Luisete Baptista, Maria Thommas, Parracho Alves, Paulo Diogo, Quim Madeira, Ramiro Calouro, Roxanne Bueso, Tesha e Vitor Costa, entre outros)
Música ao vivo: 6ª Fe
Cinema: "Peixe Miúdo e Sal" de Luis Margalhau e "A Sal e Sol" de Rui Costa.
Fotografia: Catarina Ramos, João Afonso, João Silva, Jorge Silva, Luis Rodrigues, Mário Silva, Paulo Mesquita, Pedro Cruz, Pedro Martins, Ricardo Lima e Rosa Anttonen.
A Festa das Artes será complementada com uma mostra e exposição para venda de artesanato local.
2.8.11
Magenta = Coletiva de agosto com 25 artistas
Esta coletiva conta com pinturas de Adelaide Seixas, Alceu Pinho Carneiro, Alice Falcão, Carlos Seabra, Deolinda Agria, Diana Carvalho, Dulce Menezes, Emília Rosa, Filomena Louro, Guilherme Agria, José Bexiga, José Couceiro, José del Castillo, José Neto, Karin Rambacher, Licínia Portugal, Lilite Martins, Lucy Costa, Maria Laranjeira, Maria Manuela Fernandes, Óscar Almeida, Ramiro Calouro e Rui Carvalho, escultura de Mário Nunes e cerâmica de Sérgio Amaral.19.7.11
Espólio artístico de Ana Ferreira de novo no Hotel Wellington
Há já cinco anos que a galerista Ana Ferreira vem expondo, durante o verão, no salão do Hotel Wellington, na rua dr. Calado, junto ao Casino da Figueira. Desta feita, com mais de uma centena de telas e esculturas, acrescem ainda alguns consagrados artistas como Paula Rego com os seus azulejos e as porcelanas de Júlio Pomar e Cutileiro.
Ana Ferreira, que diz “não gostar nada que a apelidem de galerista”, explica que “se lançou” na divulgação da arte devido ao excesso de espólio. Assim, já vai na sua décima exposição “extremamente selectiva”.
Até fim de Agosto esta exposição pode ser visitada no Hotel Wellington. Entre as 15h00 e as 24h00.
Ana Ferreira, que diz “não gostar nada que a apelidem de galerista”, explica que “se lançou” na divulgação da arte devido ao excesso de espólio. Assim, já vai na sua décima exposição “extremamente selectiva”.
Até fim de Agosto esta exposição pode ser visitada no Hotel Wellington. Entre as 15h00 e as 24h00.
17.7.11
Jose Antonio del Castillo expõe na Magenta
A exposição pode ser visitada até 31 de Agosto, entre as 15h00/19h00 e as 22h30/24h00.
10.7.11
Eugeniaturas dos Eugénios - Caricaturas no CAE
O Centro de Artes e Espectáculos informa que estará patente, na Sala Zé Penicheiro e foyers, de 09 a 11 de setembro, a exposição de caricaturas “Eugeniaturas – Os portugu
eses, esses grandes filhos da mãe, pá!”, de Eugénios, com Desenhos de Luís Gamelas.
“Eugeniaturas - os portugueses, esses grandes filhos da mãe, pá!" é uma exposição de humor constituída por mais de 240 caricaturas de persona
lidades da vida portuguesa das mais diversas áreas de actividade, onde não faltam também personagens da região.
Funde o desenho com textos e legendas e ainda com a instalação e montagem de adereços, utilizando um formato expositivo pouco usual em exposições deste género. Constitui, no fundo, uma crítica político-social e um retrato actual da nossa sociedade, no seu melhor e no seu pior.
Formado maioritariamente por pessoas da região da Bairrada, os Eugénios são um grupo criador de artes e ideias essencialmente de conteúdo humorístico: Fernando Jorge, Luís Gamelas, Luís Santiago, Augusto Formigo e Eugénio Moura Inês, são uma malta dos diabos!
eses, esses grandes filhos da mãe, pá!”, de Eugénios, com Desenhos de Luís Gamelas.“Eugeniaturas - os portugueses, esses grandes filhos da mãe, pá!" é uma exposição de humor constituída por mais de 240 caricaturas de persona
Funde o desenho com textos e legendas e ainda com a instalação e montagem de adereços, utilizando um formato expositivo pouco usual em exposições deste género. Constitui, no fundo, uma crítica político-social e um retrato actual da nossa sociedade, no seu melhor e no seu pior.
Formado maioritariamente por pessoas da região da Bairrada, os Eugénios são um grupo criador de artes e ideias essencialmente de conteúdo humorístico: Fernando Jorge, Luís Gamelas, Luís Santiago, Augusto Formigo e Eugénio Moura Inês, são uma malta dos diabos!
6.7.11
Carlos Seabra 28 anos depois
Até 15 de julho expõe na galeria da Magenta o artista plástico Carlos Seabra. Tendo exposto pela primeira vez em
1983, tem colecionado até hoje diversas exposições individuais e coletivas, para além de manter quadros em algumas exposições permanentes. Em 2007 abre a Írisgallery, em Coimbra, que além de exposição também funciona como atelier de pintura ao vivo. Realiza também pintura por encomenda de antigas casas de família, a partir de fotografias, ou paisagens diversas retirando ideias do catálogo dos quadros vendidos. Ultrapassa os limites do desenho jogando com contrastes suavemente acentuados, com o reequilíbrio das composições, com os efeitos de luz e nuances de cor.
20.6.11
Magenta expõe obras de Luisete Baptista

Foi inaugurada na sede da Magenta mais uma exposição, desta feita da associada Luisete Baptista, que conta no seu curriculum várias exposições em Portugal e Espanha, participação em vários concursos literários e quatro obras literárias publicadas.
Nasceu em Tabuaço e durante anos leccionou na Escola dr. Joaquim de Carvalho da Figueira da Foz.
Esta exposição poderá ser visitada até dia 2 de Julho.
Nasceu em Tabuaço e durante anos leccionou na Escola dr. Joaquim de Carvalho da Figueira da Foz.
Esta exposição poderá ser visitada até dia 2 de Julho.
17.6.11
Magenta = Mais uma coletiva no CAE

No Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, na sala José Penicheiro, está patente uma exposição colectiva com trabalhos de artistas da Magenta:
Adelaide Seixas, Carlos Seabra, Celeste Lopes, Deolinda Agria, Dulce Menezes, Emília Rosa, Fernanda Figueiredo, Filinto Viana, Guilherme Agria, José António del Castillo, José Bexiga, José Couceiro, José Neto, Karin Rambacher, Lucy Costa, Óscar Almeida, Quimadeira e Sofia Neto.
A exposição foi inaugurada pela Ana Machado (Presidente da Assembleia) e Dulce Menezes (Vogal) da Associação Magenta, e poderá ser visitada até dia 3 de Julho de 2011.
Adelaide Seixas, Carlos Seabra, Celeste Lopes, Deolinda Agria, Dulce Menezes, Emília Rosa, Fernanda Figueiredo, Filinto Viana, Guilherme Agria, José António del Castillo, José Bexiga, José Couceiro, José Neto, Karin Rambacher, Lucy Costa, Óscar Almeida, Quimadeira e Sofia Neto.
A exposição foi inaugurada pela Ana Machado (Presidente da Assembleia) e Dulce Menezes (Vogal) da Associação Magenta, e poderá ser visitada até dia 3 de Julho de 2011.
7.6.11
Lucy Costa com uma 'individual' na Magenta
30.5.11
Conceição Ruivo na Casa da Mutualidade
Desta vez calhou a vez à presidente da AAAGP, Conceição Ruivo, de apresentar mais uma exposição sua. Com o título de "A Arte em Mim", estará patente até 30 de junho na Galeria de Arte e Centro de Mutualismo da Casa da Mutualidade, em Coimbra, na rua rua dr. Manuel Rodrigues,5, no horário das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, de 2ª a 6ª feira.23.5.11
Emília Rosa expõe na Magenta
Foi inaugurada no passado sábado dia 21 de maio, na gale
ria da Magenta, a exposição individual da pintora Emília Rosa, intitulada "Cantos e Recantos".
Licenciada na área de Educação Visual pelo Instituto Superior de Ciências Educativas de Lisboa, frequentou o curso de Pintura na Associação Nacional de Belas Artes de Lisboa e outros cursos de desenho e pintura com aplicação de novas técnicas.
Participou em muitas exposições individuais e colectivas de Portugal até aos Estados Unodos (Nova Iorque), e está representada em diversas colecções particulares como: Sallom-Nagoya-Japão, Galeria Ward-Nasse - Nova York, nas Câmaras Municipais de Peniche, Cadaval, Lourinhã, na Junta de Freguesia de Tábua, entre outras. Esta exposição estará patente ao público até dia 03 de junho de 2011.
ria da Magenta, a exposição individual da pintora Emília Rosa, intitulada "Cantos e Recantos".Licenciada na área de Educação Visual pelo Instituto Superior de Ciências Educativas de Lisboa, frequentou o curso de Pintura na Associação Nacional de Belas Artes de Lisboa e outros cursos de desenho e pintura com aplicação de novas técnicas.
Participou em muitas exposições individuais e colectivas de Portugal até aos Estados Unodos (Nova Iorque), e está representada em diversas colecções particulares como: Sallom-Nagoya-Japão, Galeria Ward-Nasse - Nova York, nas Câmaras Municipais de Peniche, Cadaval, Lourinhã, na Junta de Freguesia de Tábua, entre outras. Esta exposição estará patente ao público até dia 03 de junho de 2011.
16.5.11
Pedro Cruz com as 'Gentes do Mar'
O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz informa que estará patente, na Sala Afonso Cruz, de 14 de
Maio a 12 de Junho, a exposição “Gentes do Mar”, de Pedro Cruz. Pedro Cruz nasceu na Cova-Gala, Figueira da Foz, em 1987. É licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior. Apaixonado por fotografia, tem trabalhos publicados em jornais locais, regionais e nacionais. Entre outras actividades, é colaborador da Wave Magazine desde 2010 e tem fotos publicadas no site das revistas “Vert Magazine”, “Surf Portugal”, “Beachcam”, “Surftotal”, entre outras.
Maio a 12 de Junho, a exposição “Gentes do Mar”, de Pedro Cruz. Pedro Cruz nasceu na Cova-Gala, Figueira da Foz, em 1987. É licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior. Apaixonado por fotografia, tem trabalhos publicados em jornais locais, regionais e nacionais. Entre outras actividades, é colaborador da Wave Magazine desde 2010 e tem fotos publicadas no site das revistas “Vert Magazine”, “Surf Portugal”, “Beachcam”, “Surftotal”, entre outras.Tiago Lopes em 'Pause + Pose'
Vai estar patente na Sala Zé Penicheiro, de 13 de Maio a 5 de Junho, a exposição “Pausa+Pose”, de Tiago Lopes.
Nascido em Lisboa em 1977, é licenciado em Professores do Ensino Básico e 2º Ciclo variante Educação Visual e Tecnológica.
Frequentou o atelier do pintor Luís Calheiros de 2002 a 2006. Recebeu o Prémio ANIM’ARTE 2002, Produção Artística – Pintura. Realizou diversas exposições individuais e colectivas. Chegou agora ao CAE da Figueira da Foz.

Nascido em Lisboa em 1977, é licenciado em Professores do Ensino Básico e 2º Ciclo variante Educação Visual e Tecnológica.
Frequentou o atelier do pintor Luís Calheiros de 2002 a 2006. Recebeu o Prémio ANIM’ARTE 2002, Produção Artística – Pintura. Realizou diversas exposições individuais e colectivas. Chegou agora ao CAE da Figueira da Foz.
11.5.11
União Europeia no Museu
A 9 de Maio de 1950 Robert Schuman apresentou uma proposta de criação de uma Europa organizada conhecida como "Declaração Schuman", que é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia.
Esta data assinala actualmente o Dia da Europa e, por isso, o Serviço Educativo da Biblioteca Municipal organizou, com a colaboração de Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico do Concelho, uma mostra de trabalhos sobre os símbolos que identificam a unidade da União Europeia: a bandeira, o hino, o lema (unidos na diversidade), a moeda única (o euro) e o Dia da Europa (9 de Maio).
A mostra está patente ao público na Biblioteca Municipal até ao dia 20 de Maio.
Esta data assinala actualmente o Dia da Europa e, por isso, o Serviço Educativo da Biblioteca Municipal organizou, com a colaboração de Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico do Concelho, uma mostra de trabalhos sobre os símbolos que identificam a unidade da União Europeia: a bandeira, o hino, o lema (unidos na diversidade), a moeda única (o euro) e o Dia da Europa (9 de Maio).
A mostra está patente ao público na Biblioteca Municipal até ao dia 20 de Maio.
6.5.11
Museu Municipal dr. Santos Rocha - 117º aniversário
Vão estar patentes, a partir do dia 6 de Maio e até 30 de Junho, duas novas exposições temporárias que assinalam de forma simbólica o 117º aniversário do Museu Municipal Santos Rocha:
-Os Animais Fantásticos - Exposição de azulejos:
Pelo segundo ano consecutivo, o Museu Municipal Santos Rocha colabora com a ANACED (Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência) para a valorização e divulgação dos trabalhos e do potencial criativo destas pessoas, recebendo nas suas instalações os trabalhos por eles desenvolvidos em diversos project
os.
Um conjunto de 47 azulejos neste novo projecto da ANACED, em parceria com o Museu Nacional do Azulejo.
-Uma peça, uma História – Peça do mês:
Esta exposição temporária resulta da apresentação e interpretação de todas as peças que, durante 5 anos, integraram a Peça do Mês.
A iniciativa teve como principal objectivo a divulgação, através da publicação mensal na imprensa local, de alguns objectos museológicos que se destacam pelo seu valor histórico, artístico, técnico, etnográfico ou simbólico e que se integram nas várias colecções do Museu Municipal Santos Rocha.
Pelo segundo ano consecutivo, o Museu Municipal Santos Rocha colabora com a ANACED (Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência) para a valorização e divulgação dos trabalhos e do potencial criativo destas pessoas, recebendo nas suas instalações os trabalhos por eles desenvolvidos em diversos project
Um conjunto de 47 azulejos neste novo projecto da ANACED, em parceria com o Museu Nacional do Azulejo.
-Uma peça, uma História – Peça do mês:
Esta exposição temporária resulta da apresentação e interpretação de todas as peças que, durante 5 anos, integraram a Peça do Mês.
A iniciativa teve como principal objectivo a divulgação, através da publicação mensal na imprensa local, de alguns objectos museológicos que se destacam pelo seu valor histórico, artístico, técnico, etnográfico ou simbólico e que se integram nas várias colecções do Museu Municipal Santos Rocha.
2.5.11
Sofia Neto e o seu 'Desenho Académico'
No passado sábado dia 30 de Abril, pelas 18h00 na Galeria da Magenta, foi inaugurada a exposição indi
vidual de Sofia Neto intitulada "Desenho Académico", e que estará patente ao público até dia 20 de Maio.
A Sofia Neto nasceu em Coimbra em 1988, e reside atualmente na Figueira da Foz. Frequentou aulas de desenho e pintura na Associação Magenta.
Tem participado em várias exposições colectivas nesta Galeria e no Centro de Arte e Espectáculos da Figueira da Foz. Frequenta a licenciatura em Arquitectura, na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.
vidual de Sofia Neto intitulada "Desenho Académico", e que estará patente ao público até dia 20 de Maio.A Sofia Neto nasceu em Coimbra em 1988, e reside atualmente na Figueira da Foz. Frequentou aulas de desenho e pintura na Associação Magenta.
Tem participado em várias exposições colectivas nesta Galeria e no Centro de Arte e Espectáculos da Figueira da Foz. Frequenta a licenciatura em Arquitectura, na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.
20.4.11
11.4.11
Fernando Arrabal - Obra admirada por gerações
Fernando Arrabal nasceu em 1932 em Espanha e notabilizou-se como dramaturgo, guionista, cineasta, escritor e poeta. Vive em França desde meados da década de 50.
Publicou mais de cem peças, catorze novelas, várias centenas de livros de poesia e sete longas-metragens. Fundou em 1963 o Grupo Pãnico (do deus Pã) e com André Breton esteve no movimento surrealista.
Provocador, artista intimorato, Arrabal é considerado mundialmente como um dos mais notáveis e prolíficos criadores do século XX. A sua obra tem sido admirada por várias gerações e em muitos países como uma interrogação profunda à condição humana.
Programa:
Dia 23 de Abril
17h00 – Inauguração de uma exposição alusiva à obra do artista na Sala Afonso Cruz do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE). Patente até dia 1 de Maio.
18h00 – Palestra sobre a obra de Fernando Arrabal por Juan Carlos Valera e Miguel de Carvalho seguido de debate com o artista no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE).
Dia 24 de Abril
21h30 – Sessão de poesia e teatro com textos de Fernando Arrabal no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE). Coordenação: Deolindo Pessoa; Actores do CITEC e da BONIFRATES: Paula Pena, Paula Santos, Joana Macias, Carlos Cunha, Cândida Ferreira, Francisco Paz.
Dia 25 de Abril
17h30 – Peça de Teatro “A Coisa”, pela Companhia Mãos no Bolso Alheio, no Auditório Municipal
21h30 – Exibição do filme “Viva la Muerte”, com debate na presença do realizador no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE).
Ao longo da semana vai sendo exibida filmografia do artista.

Publicou mais de cem peças, catorze novelas, várias centenas de livros de poesia e sete longas-metragens. Fundou em 1963 o Grupo Pãnico (do deus Pã) e com André Breton esteve no movimento surrealista.
Provocador, artista intimorato, Arrabal é considerado mundialmente como um dos mais notáveis e prolíficos criadores do século XX. A sua obra tem sido admirada por várias gerações e em muitos países como uma interrogação profunda à condição humana.
Programa:
Dia 23 de Abril
17h00 – Inauguração de uma exposição alusiva à obra do artista na Sala Afonso Cruz do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE). Patente até dia 1 de Maio.
18h00 – Palestra sobre a obra de Fernando Arrabal por Juan Carlos Valera e Miguel de Carvalho seguido de debate com o artista no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE).
Dia 24 de Abril
21h30 – Sessão de poesia e teatro com textos de Fernando Arrabal no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE). Coordenação: Deolindo Pessoa; Actores do CITEC e da BONIFRATES: Paula Pena, Paula Santos, Joana Macias, Carlos Cunha, Cândida Ferreira, Francisco Paz.
Dia 25 de Abril
17h30 – Peça de Teatro “A Coisa”, pela Companhia Mãos no Bolso Alheio, no Auditório Municipal
21h30 – Exibição do filme “Viva la Muerte”, com debate na presença do realizador no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE).
Ao longo da semana vai sendo exibida filmografia do artista.
4.4.11
Afonso Cruz na Afonso Cruz...
O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz informa que estará patente na Sala Afonso Cruz, até 17 de Abril, a exposição “Afonso Cruz – Um Fotógrafo na Figueira”, organizada pelo Arquivo Fotográfico Municipal da Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Um século após o
seu nascimento, o Arquivo Fotográfico Municipal da Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz lembra o fotógrafo Afonso Cruz, nesta exposição “Afonso Cruz – Um Fotógrafo na Figueira”.
Afonso Cruz iniciou-se na Casa Joaquim Pereira Monteiro em 1925. Entre 1930-32 integra a Força Aérea. São dessa época as primeiras fotografias aéreas da Figueira da Foz, tiradas do avião pilotado pelo seu irmão, oficial aviador, Humberto Cruz. Entre 1935-42 trabalha na Foto Verus. Em 1942 é mobilizado para os Açores como chefe de Secção Fotográfica. Em 1944 regressa à Figueira da Foz e cria o Studio Fotográfico Cruz, trabalhando durante mais de quatro décadas.
Desapareceu em 1995 perdurando algumas das suas fotografias que se tornaram “ex-líbris” da cidade.
Um século após o
seu nascimento, o Arquivo Fotográfico Municipal da Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz lembra o fotógrafo Afonso Cruz, nesta exposição “Afonso Cruz – Um Fotógrafo na Figueira”.Afonso Cruz iniciou-se na Casa Joaquim Pereira Monteiro em 1925. Entre 1930-32 integra a Força Aérea. São dessa época as primeiras fotografias aéreas da Figueira da Foz, tiradas do avião pilotado pelo seu irmão, oficial aviador, Humberto Cruz. Entre 1935-42 trabalha na Foto Verus. Em 1942 é mobilizado para os Açores como chefe de Secção Fotográfica. Em 1944 regressa à Figueira da Foz e cria o Studio Fotográfico Cruz, trabalhando durante mais de quatro décadas.
Desapareceu em 1995 perdurando algumas das suas fotografias que se tornaram “ex-líbris” da cidade.
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