Escultura de Bernardino Morgadinho e de Graça Patrão, e fotografia de António Ramos, Conceição Ruivo, João Valentim, José Rasquinho e Mimi Veríssimo.
- Página complementar do Jornal Online O PALHETAS NA FOZ - Figueira da Foz - Portugal - Europa -
9.3.13
No Dia da Mulher inaugurada a exposição “Mulher”
6.3.13
Magenta no hospital, na LeiriArtes e na sua galeria
A segunda edição da “Solidarte”
foi inaugurada na passada segunda-feira, 4 de março, no Canto das Artes da
Galeria de Solidariedade no Hospital da Figueira da Foz, com obras de pintura
dos artistas plásticos Armando Pedro e Teresa Vilar. Trata-se de um projeto que
resulta de uma parceria entre a Magenta, a Liga dos Amigos do HDFF e o Hospital
da Figueira da Foz. Nesta exposição, patente até ao dia 14 de abril, Armando
Pedro, natural de Coimbra, apresenta pinturas que retratam a Figueira da Foz,
Coimbra e Góis numa linguagem realista e impressionista ou na conjugação de
ambas. Já Teresa Vilar, natural de Braga, expõe pintura abstrata com paisagens
de cor, através de traços serenos e gestos ondulantes, pontuados por pormenores
delicados que nos fazem divagar por cenários imaginados. A Magenta leva assim a
arte ao hospital, proporcionando momentos de descontração para pacientes,
acompanhantes e visitantes, colocando a arte ao serviço do bem-estar. Na
inauguração, os presidentes das duas associações e os membros do Conselho de
Administração do Hospital da Figueira da foz foram unânimes em considerar que
as exposições ali realizadas permitem aproximar a arte do cidadão, sendo
frequente ver que as pessoas que passam por aquele espaço param para contemplar
as pinturas em exposição.
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Também na divulgação da arte
junto do cidadão, a Associação Magenta participou na Leiriartes - Feira de Artes,
organizada por um grupo de artistas de Leiria que decorreu no antigo mercado de
Sant'Ana, nos dias 2 e 3 de março e onde estiveram expostas obras de pintura de
vários associados versando as diversas temáticas e diversos tipos de expressão
tais como realismo, impressionismo e abstracionismo.
……………………………
Paralelamente, no sábado dia 2 de
março foi inaugurada a exposição "Miscelânea" de Manuela Fernandes na
Galeria Magenta na Av 25 de Abril. A sua pintura inspirada na conjugação de
cores oferece uma nova visão a partir da realidade objetiva e poderá ser
visitada até dia 22 de março.
Origami no Museu e Bolas de Gelo no Plaza D’Art
Workshop de Origami Oru+kami = dobrar papel, a 9 março no Museu Municipal Santos Rocha, das 15h00 às 17h30.
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Origami é a arte tradicional e secular japonesa de dobrar papel, sem cortar e colar, obtendo representações de seres e objetos.
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Por sua vez a exposição de fotografia “Bolas de Gelo”, de António Ramos Silva, presente no PlazaD’Art, retrata algumas formas de origami e é complementada com eles. Maria João Vaz associa-se a este projeto propondo uma oficina de origami no Museu Municipal.
Inscrições até 7de março (max.10 - min. 5); preço: 2 €.
1.3.13
Fotografia: Exposição "New Found Land" no CAE
Luís Miguel Monteiro nasceu em Águeda, em 1975. Cresceu em São João da Madeira e vive em Coimbra. Tem desenvolvido trabalho em fotografia, associado à construção da memória.
Portugal foi o último país europeu a utilizar navios à vela numa frota comercial, o último a pescar bacalhau à linha, ao largo da Terra Nova e da Gronelândia. Cada navio transportava botes – ou doris –, arriados para pescar e tripulados por um pescador só.
A título oficial, a pesca longínqua era apresentada como um legado dos descobrimentos. A bordo do navio, o alojamento era exíguo, a alimentação repetitiva, a água doce racionada e a disciplina férrea. Ao embarcar no dori, cada pescador teria de pescar em condições difíceis, durante longas horas, vivendo o risco de não regressar. Estava dispensado do serviço militar quem completasse sete campanhas.
Apesar de tudo, era possível experimentar uma liberdade dura, uma aventura perigosa, e gostar genuinamente. Pescar era também experimentar um processo de descoberta, uma transformação do modo de ver e de sentir.
Foi construído um imaginário coletivo, com base em relatos de pescadores e objetos que sobreviveram ao fim da pesca à linha.
27.2.13
3rd Anniversary of AAAGP – Associação dos Amigos da Arte Galego Portuguesa
Em fevereiro de 2010 é fundada em Portugal a Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa (AAAGP) com Sede no Paião, Figueira da Foz. Esta associação tinha inicialmente como objetivo principal o de promover a arte entre os artistas galegos e portugueses. Neste momento é já uma associação internacionalizada, com cerca de duzentos sócios, não só dos países da Europa mas também de todo o mundo, como Brasil, Argentina, Guiné, Angola, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Estados Unidos.
Esta associação lançou o Prémio Mário Silva, no CAE, com a colaboração da junta de freguesia de S. Julião e da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Lançou, igualmente, o desafio do 1º Salão Internacional de Arte em pequeno formato, com inauguração também no CAE, que constituiu um enorme sucesso, com a participação de artistas plásticos de 16 países, o mesmo se verificando no 2º Salão, em 2012.
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Ainda no âmbito do seu 3º
aniversário, a AAAGP têm também mais duas exposições coletivas em Coimbra: na
Livraria Bertrand no Dolce Vita e na galeria Recordatório em Santa Clara. Ainda
em Coimbra a sócia artista Ana Pedro tem várias obras expostas no Hotel D. Inês;
E na Figueira da Foz Mimi Veríssimo expõe na galeria AAAGP no Sitio das Artes,
e Sousa Varela na Biblioteca Municipal.
Por sua vez a exposição ItinereStellae continua a percorrer os Caminhos de Santiago por terras do norte.
Por sua vez a exposição ItinereStellae continua a percorrer os Caminhos de Santiago por terras do norte.
24.2.13
Regulamento do 3º Salão Internacional em Pequeno Formato
Esta é uma iniciativa artístico-cultural da Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa que tem por objetivo a promoção de artistas e criadores de todo o Mundo nas categorias de pintura, desenho, gravura, escultura, fotografia, instalação e outras técnicas, sem restrições de nacionalidade, idade, formação ou religião.
Este 3º Salão pretende reunir um grande numero de obras de 20X20, de estilos, técnicas e temáticas variadas.
A exposição será realizada em novembro 2013 (em data a ser anunciada mais tarde) no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, Portugal.
Os artistas que desejam participar devem enviar online a sua ficha de inscrição assinada (aaagp.international@gmail.com) até ao dia 01de setembro de 2013.
20.2.13
O artista plástico sabe qual a forma mais segura e legal de negociar a arte que produz?
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Estará presente o contabilista da Associação, que irá intervir para tirar as dúvidas que existam e para se evitar as multas!
Haverá ainda uma intervenção por parte de um representante do ACTIVOBANK com o fim de fazer uma parceria/patrocínio com a AAAGP e de esclarecer sobre quais as melhores formas atuais da rentabilização do dinheiro.
Caricaturar não é caricato!...
Caricaturar alguém exige uma observação e conhecimento da pessoa a retratar, para poder exagerar o que a torna diferente dos outros.
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Aventure-se nesta forma de desenhar, garante-se que vai gostar!
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Sábado, 23 de fevereiro, Museu Municipal, 15h30. Para jovens com mais de 12 anos e adultos, 2 euros/participante sujeito a marcação prévia (tel. 233402840, ext. 418).
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Aventure-se nesta forma de desenhar, garante-se que vai gostar!
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Sábado, 23 de fevereiro, Museu Municipal, 15h30. Para jovens com mais de 12 anos e adultos, 2 euros/participante sujeito a marcação prévia (tel. 233402840, ext. 418).
13.2.13
Mimi Veríssimo expõe na galeria da AAAGP
Inaugurada no dia 9, a exposição individual de Mimi Veríssimo "Explosão de Cores" estará patente durante o mês de fevereiro, de terça a domingo das 15h00 às 19h00.
8.2.13
Paul Nelson-Esch com “Modern Portraiture” no CAE
O artista é designer de moda, ilustrador e artista plástico, e vive e trabalha atualmente na Figueira da Foz. Nascido na África do Sul, mudou-se para Inglaterra onde estudou no Berkshire College of Art and Design. Mudou-se então para Londres onde frequentou a Universidade de Westminster (Harrow).
O seu trabalho é inspirado na música, literatura, cinema e cultura pop. Tudo está centrado nos olhos e nas expressões faciais. Ideias que são pesquisadas até que o tema seja desenhado a lápis numa folha de papel para criar a sua essência. Simples, claro e moderno.
5.2.13
1.2.13
Associação de Amizade e das Artes Galego Portuguesa assinala 3º aniversário
1ª) Exposição coletiva na Livraria Bertrand no Dolce Vita, Coimbra;
2ª) Exposição de Ana Pedro no Hotel D. Inês- Coimbra;
3ª) Exposição, dia 4, de Sousa Varela na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz;
4ª) Exposição coletiva, dia 6 na Galeria Recordatório, em Coimbra.
5ª) Exposição dia 9 de Mimi Verissimo, na Galeria Aguarela da AAAGP na Figueira da Foz;
6ª) Exposição coletiva de aniversário, dia 26, no CAE.
Tudo isto sem esquecer a exposição itinerante sobre os Caminhos de Santiago que se encontra em Vila Real.
Sala Afonso Cruz do CAE com “Imagem Real”
A fotografia com a sua capacidade de representação do real tem na sociedade contemporânea um valor acrescido. Numa sociedade de imagens em que tudo tem um reflexo virtual, a fotografia “real” torna-se banal.
Todos fotografamos, todos expomos fotografias e criamos um mundo real-virtual nas redes, passamos a viver num mundo de imagens.
E quando a fotografia deixa de ser uma representação?
Este trabalho coloca exatamente esta questão, o apagamento da imagem fotográfica permite assim uma regeneração dos conceitos.
A multidisciplinaridade, cruzamento entre fotografia e pintura, assume neste trabalho uma preponderância evidente, levando ao questionamento não só das imagens mas também das próprias fronteiras entre meios artísticos.
28.1.13
Carlos Seabra: Um Arquivo Incompleto de Imobilidade e Exploração
Foi inaugurado no Centro de Artes e Espectáculos, no passado sábado, a exposição de Carlos Seabra “Um Arquivo Incompleto de Imobilidade e Exploração”, patente até 24 de março.
Carlos Seabra nasceu em 1970, em Aveiro. Desde 2003 trabalha de forma consistente como pintor. Em 2008 fundou com três colegas a Má Arte, uma associação de artistas que trabalham em Aveiro. O seu trabalho é figurativo e dominado pelas questões relacionadas com a representação da figura humana.
Insere-se conscientemente na tradição histórica da pintura. Pinta mais vezes pessoas que paisagens ou objetos. Usa imagens fotográficas colhidas dos meios de comunicação de massas. Os seus autores são pessoas anónimas. Algumas imagens documentam o passado. Por vezes o autor é ele próprio.
26.1.13
Pediatria do Hospital Distrital da Figueira da Foz colorida pela Magenta
Foi hoje inaugurada, na galeria da Magenta Associação dos Artistas pela Arte, uma exposição coletiva de pintura intitulada “Colorir a Pediatria do HDFF”, e que estará patente até dia 8 de fevereiro. As telas, vivas e alegres, foram pintadas pelos alunos que frequentam as aulas de pintura na Associação Magenta e pelos professores Conceição Mendes e António José del Castillo e pelos alunos deste professor que frequentam as suas aulas em Ciudad Rodrigo.
A partir desta data as obras seguirão para a Pediatria do Hospital da Figueira da Foz para tornar mais vivas e alegres as paredes desta ala. Este é um projeto que avançou com a colaboração da Imoexpansão Imobiliária que ofereceu as telas e as tintas.
25.1.13
N(u) Mercado...
Organizada pelo Arquivo Fotográfico Municipal, a mostra integra um conjunto de imagens obtidas a partir das obras decorrentes no Mercado Municipal da Figueira da Foz.
A abertura da exposição contou com a presença de Carlos Monteiro, vice-presidente da Câmara Municipal, Margarida Perrolas, chefe da Divisão de Cultura, e António Albuquerque, diretor do Departamento de Projetos, Obras e Serviços Municipais.
A mostra poderá ser apreciada até 26 de fevereiro.
22.1.13
16.1.13
Magenta com exposições distintas pela Figueira da Foz
Na Sala Zé Penicheiro do CAE foi inaugurada a exposição "ArteLivre" que apresenta uma seleção de trabalhos em que a inspiração dos artistas é uma constante. Algumas vezes o artista já tem em mente as sensações que pretende exprimir na tela antes de dar a pincelada inicial, noutras, contudo, elas aparecem com a obra em criação, de maneira espontânea. Assim surgiram estas inspiradas telas, pintadas para proporcionar ao observador cores sem fim, sentimentos multicolores, inspirações infinitas… algo que só os artistas conseguem transmitir. Patente até 3 de fevereiro.
Paralelamente decorrem outras exposições da Magenta, uma na Galeria da Solidariedade no hospital, com obras dos artistas plásticos Mário Silva e Heitor Chichorro;
E outra na galeria Magenta, intitulada "Modos de Ver", com obras dos alunos que frequentam aulas de desenho e pintura sob orientação dos professores Conceição Mendes e José António del Castillo.
13.1.13
“Modos de Ver” - Coletiva de pintura na Magenta
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Marta Lopes, Maria José Cecílio,
Celeste Lopes, Dulce Menezes, Conceição Mendes, Diana Carvalho, Liliana Veneza,
Hermínia Veríssimo e José Neto.
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Foi inaugurada no passado sábado, na Galeria Magenta, uma exposição coletiva de pintura onde estão patentes alguns dos muitos trabalhos realizados nas aulas de pintura promovidas pela Magenta sob orientação da Mestre Conceição Mendes e do Professor José António del Castillo.
Pela sua diversidade, a mostra revela a variedade de linguagens e tendências que os alunos experimentam no contexto das aulas onde, explorando vertentes diversificadas, se proporciona e se promove uma prática artística conceptual e tecnicamente mais alargada. A mostra, com excelentes trabalhos, estará patente ao público até ao próximo dia 25 de Janeiro.
9.1.13
MENA BRAZ na galeria Aguarela da AAAGP
4.1.13
Pedro Mota Curto: Professor expõe “Miami & Key West” no CAE
Até 31 de janeiro, na Sala Afonso Cruz, exposição de fotografia "Miami & Key West", de Pedro Mota Curto.
A cidade de Miami, em Miami Beach e sobretudo em South Beach, constitui um excelente exemplo de preservação do património arquitetural e de manutenção da qualidade de vida de uma cidade que soube evoluir e acompanhar os ritmos da modernidade, recuperando edifícios construídos nas primeiras décadas do século XX. De dia ou de noite as ruas e avenidas pululam de movimentos e de sensações num regresso arquitetónico ao passado que transmite uma permanente sensação de incrível modernidade.
Key West é uma ilha tropical situada algumas centenas de quilómetros mais a sul, no Golfo do México, entre Miami e Havana, no extremo sul dos Estados Unidos. Aqui respira-se o calor, a praia, as águas quentes, a pesca, as antigas casas de madeira em estilo colonial, rodeadas de palmeiras que parecem protegê-las dos sazonais e temidos furacões. Parece inevitável a etérea presença do fantasma de Ernest Hemingway que nestas paragens viveu, amou, bebeu e redigiu alguns dos seus livros mais famosos. A casa onde residiu é a principal atração de Key West, permanentemente repleta de visitantes em busca do velho e do mar…
Pedro Mota Curto é presidente do Agrupamento de Escolas Figueira Mar. Professor e historiador, quando possível. Escritor e fotógrafo amador. Viajante e turista ocasional. Aprendiz da complexidade humana.
AAAGP disponibiliza várias obras a preços convidativos
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